Vaneira de Sangue Novo

Os Monarcas — Tom B

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Intro: [E] [B7] [E] [A] [B7] [E]

[E]

Foi refrechando nos galpões deste rio Grande

[B7]

No upa-upa que a vanera se afirmou

Redesenhando a estampa guapa do meu povo

[E]

De sangue novo pra cantá-la aqui estou

Esta vanera traz o canto da querência

[B7]

Relembra as lutas no lombo destas coxilhas

Um garrucha berrando de cano cheio

[E]

Pra defender os interesses farroupilhas.

[A] [E] [A]

Vanera velha do meu pago campesino

[B7] [E]

firmando o tino do gaúcho campo a fora

[B7]

Levando em frente esses ideais farrapos

[E]

Do índio guapo que se afirma nas esporas.

[A] [E] [A]

Vanera velha do meu pago campesino

[B7] [E]

firmando o tino do gaúcho campo a fora

[B7]

Levando em frente esses ideais farrapos

[E]

Do índio guapo que se afirma nas esporas.

( [E] [B7] [E] [A] [B7] [E] )

[E]

De alma leve vou cantando essa vanera

[B7]

Que bem campeira segue o rumo do futuro

Mas preservando as raízes da querência

[E]

E a procedência do rio grande pelo duro.

Por isso eu sigo nesse canto galponeiro

[B7]

E a vida inteira vou cantar o meu rincão

Esta vanera traz o rio grande na estampa

[E]

Estela a pampa que alumbra meu coração.

[A] [E] [A]

Vanera velha do meu pago campesino

[B7] [E]

firmando o tino do gaúcho campo a fora

[B7]

Levando em frente esses ideais farrapos

[E]

Do índio guapo que se afirma nas esporas.

[A] [E] [A]

Vanera velha do meu pago campesino

[B7] [E]

firmando o tino do gaúcho campo a fora

[B7]

Levando em frente esses ideais farrapos

[E]

Do índio guapo que se afirma nas esporas.

( [E] [B7] [E] )

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