De Boca Em Boca

Luiz Marenco — Tom E

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[A] [E7] [A]

[E7] [A] [E7] [A]

(Andam falando por aí, de boca em boca

[B7] [E7]

Que a nossa fibra e nossa garra esmoreceu

[B7] [E7]

Que andam pisando em nosso pala

[D] [A] [E7] [A]

Quem consente é certamente porque a fibra já perdeu) Bis

[E7] [A]

Nosso cobre da guaiaca anda minguado

[E7] [A]

Pelas coxilhas nuvem negra campereia

([D]) [B7] ([A]) [E7]

A pátria grande olha pra além do horizonte

E[E7] aqui nos p[B7]agos a incerteza nos man[E7]eia[B]

( )Int.

[E7] [A]

A nossa garra vem dos tempos das patreadas

[E7] [A]

A nossa fibra é a semente do passado

([D]) [B7] ([A]) [E7]

E o destemor é porque nunca aqui nos pagos

P[E7]or estrang[B7]eiros nosso pala foi pis[E7]ado[B]

( )Int.

[E7] [A]

Meus irmãos, abram gaitas e gargantas

[E7] [A]

Numa canção que leve a fé por onde ande

([D]) [B7] ([A]) [E7]

E um canto livre há de elevar-se nas coxilhas

M[E7]ostrando a r[B7]aça deste povo do Rio Gr[E7]ande[B]

[E7] [A] [E7] [A]

Deixem que eles falem por aí, de boca em boca

[B7] [E7]

Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu

[B7] [E7]

E ninguém pisa em nosso pala

[D] [A] [E7] [A]

Quem consente é certamente, porque a fibra já perdeu

Int.

[E7] [A]

O sangue guapo dos heróis e dos valentes

[E7] [A]

que ainda corre adormecida em nossas veias

([D]) [B7] ([A]) [E7]

há de aquecer-se em novas rondas e vigilhas

n[E7]os dando f[B7]orça pra arrebentar as man[E7]eias[B]

[E7] [A] [E7] [A]

Deixem que eles falem por aí, de boca em boca

[B7] [E7]

Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu

[B7] [E7]

E ninguém pisa em nosso pala

[D] [A] [E7] [A]

Quem consente é certamente porque a fibra já perdeu Bis

Int.

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