Quando o Verso Vem Pras Casa

Luiz Marenco — Tom B

Confira a cifra completa de Quando o Verso Vem Pras Casa no UkeMaster Pro.

[Intro] [F#m] [C#7] [D7] [C#7] [F#m] [F#7]

[Bm] [E7] [A] [D] [Bm] [D] [Bm] [C#7] [F#m]

[Bm]

A calma do tarumã, ganhou sombra mais copada

[E] [A]

Pela várzea espichada com o sol da tarde caindo

[D] [Bm] [C#7]

Um pañuelo maragato se abriu no horizonte

[F#m]

Trazendo um novo reponte, pra um fim de tarde bem lindo

[Bm] [E]

Daí um verso de campo se chegou da campereada

[A] [D]

No lombo de uma gateada frente aberta de respeito

[Bm] [C#7]

Desencilhou na ramada, já cansado das lonjuras

[F#m]

Mas estampando a figura, campeira, bem do seu jeito

[Bm] [E]

Cevou um mate pura-folha, jujado de maçanilha

[A] [D]

E um ventito da coxilha trouxe coplas entre as asas

[Bm] [C#7]

Prá querência galponeira, onde o verso é mais caseiro

[F#m] [F#7]

Templado a luz de candeeiro e um "quarto gordo nas brasa"

[Solo] [Bm] [E7] [A] [D] [Bm] [Cº] [C#7]

[Bm] [E7] [A] [D] [Bm] [D] [Bm] [C#7] [F#m]

[Bm]

A mansidão da campanha traz saudade feito açoite

[E] [A]

Com olhos negros de noite que ela mesmo aquerenciou

[D] [Bm] [C#7]

E o verso que tinha sonhos prá rondar na madrugada

[F#m] [F#7]

Deixou a cancela encostada e a tropa se desgarrou

[Bm] [E]

E o verso sonhou ser várzea com sombra de tarumã

[A] [D]

Ser um galo prás manhãs ou um gateado pra encilha

[Bm] [C#7]

Sonhou com os olhos da prenda vestidos de primavera

[F#m] [F#7]

Adormecidos na espera do sol pontear na coxilha

[Bm] [E]

Ficaram arreios suados e um silêncio de esporas

[A] [D]

Um cerne com cor de aurora queimando em fogo de chão

[Bm] [C#7]

Uma cuia e uma bomba recostada na cambona

[F#m] [F#7]

E uma saudade redomona, pelos cantos do galpão

[Final] [Bm] [F#m] [C#7] [F#m]

Abrir cifra completa no UkeMaster Pro